quinta-feira, 25 de junho de 2009
"Só eu e o vento..."
O vento... sinto o vento tocar-me bem devagar.Fecho os olhos e saboreio cada pequena brisa. A imaginação voa. Escuto uma qualquer musica. Não é importante. Nunca o foi. É uma escolha aleatória como tantas outras.A brisa da noite vem bem devagar. Sinto-a chegar. Fico aqui sentado no canto mais escuro a observar o escuro. De tantas vezes que ja falei nisso até ja deve ter perdido a piada. Novidade por certo não é. São só mais um sem numero de palavras, compostas por milhares de letras e por frases sem lógica. Hoje falo da brisa. Hoje falo do vento. É nas coisas simples que me retrato. É simples falar da brisa. É simples falar do vento. Podia personificar. podia prender no vento tantos significados quantos me lembrasse. E a cada novo significado que me lembrasse levaria a acrescentar uma nova frase no texto que me permitisse mais tarde recorda-lo. Adoro sair na noite e ser beijado pela brisa. Abraçado pelo vento. Ai sinto o conforto. Ai me deixo embalar. Onde o vento é brisa. Mesmo onde é tormento. Adoro o vento. Adoro quando me dá a sensação que o vento traz novidades. Adoro quando o vento é o mesmo. Hoje falo do vento. Podia falar das nuvens. Podia falar do escuro. Podia falar do silencio da noite ou dos sons da natureza. Podia partilhar pensamentos. Podia contar velhos romances históricos desconhecidos. Podia falar de tanta e tanta coisa. Podia relembrar sonhos antigos e escrever sobre os novos. Mas hoje mais uma vez fico em silêncio a apreciar a brisa e o vento. No meu canto. Só eu e o vento.
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